[So] Risos

Tem aqui um sorriso que não quer sair
Me persegue desde que te conheci.
Eh diferente de todos os sorrisos que já sorri.
Esse eh mais assim :)
A quem diga que eh o sorriso mais feliz
que um dia já viu alguém sorrir!

Caminhos paralelos



Só queria me expressar
E falar de hoje e de cores
Preto, branco, amarelo
recitar meus versos em flores
De "Caminhos paralelos"

Como antes nunca te vi?
Que de andar belo e singelo
Sempre esteve aqui
Caminhando em paralelo.
Naquele momento em que te conheci
Que te olhei, que te vi. Quis te sim!
E no fim?
Reciprocidade
Do toque do corpo, da alma
E dá vontade
De viver na praia, longe da cidade
Da maré mais calma, a tranquilidade
Não quero viver oco, pouco e nem moço
Quero água de coco, beijo no boca, chupada no pescoço
Quero gemidos e por que não alvoroço?
Trocar poemas e poesias
Escrever em maresias ou aqui
Escrever para você e somente Paraty






Espaços



Meu corpo desajustado Jogo onde não me cabe Me encaixo onde não caibo Me acabo, me ajusto. É justo? Me dobraduro redobro Esforço e me dobro Me pego, me passo desdobro e nada faço! Levante hastes, E sei que sabes Que se não te cabes Vá.. Vá embora. 

(Alex Santos)

Não faça por fazer..

"Observo a forma que se dá a falta da 
vontade fazer da ação obrigação".

A forma como se da o fato, o caso, causa a reação. Cujo o cuidado no agir, no falar, no simples olhar passa. Ali saco de osso e carne.. Coração bate forte. Vibra, vibrando se quebra e se machuca e sente. Sente muito.

Observo a forma que se da a falta da vontade fazer da ação obrigação. Do bom, substancial realização não pelo prazer de fazer, mas pelo que tem que ser feito. Tem que ter. Tem que dar. Tem que falar que teve.

Meio desajustado, vou me ajustando. Me ajeitando, me jogo onde não me cabe, me encaixando onde nao caibo. Faço o que é preciso não pelo prazer.. Mas pelo que tem que ser feito.. Tem que dar.
Pelo ter que estar, vou estando. Até quando?


Menos Touch, mais Toque.




A história da casa dos cem


Casa sem calçada, comum. Sem telhado, sem banheiro, casa número cem.
É um lar, é uma história. Perto dos 100, o senhor reside sozinho sem companhia. 
Sem comida, a vizinha sem outro meio o alimenta, ele sem opção aceita. 
Sem saneamento básico sobrevive. As necessidades? 
Imita os seus cinco gatos, sem jeito enterra o assunto. Sem palavras.
Quinze notas de cem para mudar a realidade. 
Dessa vez, sem chance.

Por Alex Santos

Luar






Louvável és tua beleza
Ímpeto o teu amor
Navego pelas ondas de teu corpo
Deusa de minhas inspirações
Na paixão em teus olhos, me perco.



Alex Santos