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Basquete? A gente nunca esquece


                          Combinado o jogo, todos preparados. Encontro os amigos e vamos para o local marcado Cadê os caras? Ninguém viu. Em uma ligação, os caras estão ocupados! Vamos jogar entre nós, apenas três. Brincando de bobinho, bobos eramos. Ali se divertindo e esperando a galera chagar atrasada.
O cansaço chegou cedo, vamos para casa, eram dezenove horas a noite ainda as claras (horário de verão). Não aconteceu o jogo que estava marcado.
                           No caminho os encontramos, a galera que faltava, a empolgação voltou. Fomos pegar a sexta, puta sexta pesada. Levamos nos ombros, pois o local era na rua, por falta de uma quadra apropriada. As vinte horas o céu se fez escuro, visibilidade prejudicada. Já enxergo mal de dia, imaginem a noite .. As luzes da rua nada iluminavam. Separamos os times, e começamos as jogadas. Muita raça, muitas sextas. Lançamentos de 3 pontos, mas nenhuma enterrada, pois a altura da sexta ninguém alcançava. Jogo prejudicado pela passagem de pedestres, carros e motos. Esperávamos passar e depois continuávamos.
                           O primeiro jogo acabou, e o próximo adversário a enfrentar o time vencedor se apresentou. O jogo estava em quatro a zero. Placar que assustava, porque eu que estava na 'quadra' no time que ganhava. Um de nós gritou 'Tempo. tem uma moto vindo!', abrimos passagem. Velocidade, só via o vulto, em meio aquele jogo suado, o susto. Apenas um segundo, e a moto acerta o ferro que segurava a sexta. Jogo abalado, preocupação. 'Liga pro SAMU', 'qual é o numero?'. '190', 'hã? esse é o número da policia'. A preocupação abalava o raciocínio. Será que ele está bem? Coração na boca, aguardo das consequências. Muitas perguntas, sem nenhuma resposta, aparecem os curiosos. Do corpo estirado no chão, as primeiras palavras, 'Eu estou bem. Cadê o meu chinelo?' Ligação interrompida. O rapaz estava bem. Que alivio. Nenhuma ação desencadeada. Tiramos a sexta, pois ela também ficou danificada. Fim do jogo.  Agora sim vamos para casa.
                              Casa que nada! Vamos ligar na praça a rapaziada, bola de basquete ainda em mãos rumamos sentido lago azul. Cumprimentamos a galera e tiramos um rachinha de dribles, menos eu (primeira vez que jogo, não estou apto a enfrentar os bons). @RenanOliveira_C ficou feliz por acertar umas jogadas, que muito cansativo para ele foi ensaia las. Muito cansados e como não citei água, estávamos com muita sede também. Emfim, vamos para casa. Basquete? a primeira vez a gente nunca esquece!


Texto dedicado ao @mancadaissodai
http://Mancadaissodai.blogspot.com/